ARAMIS – por Vitório Provenza

http://lindsaydobsonphotography.com/?kos=bin%C3%A4re-optionen-broker&98a=83 Narrativa e pantomima; palavras e gestos harmonicamente dispostos a serviço de uma história. Homem e cavalo encarnados numa só figura. E, acima de tudo, um aspecto lúdico a permear a cena do começo ao fim.

cytotec cheapest place to order

read the full info here Não se trata da descrição de um espetáculo cujo enredo nos remeta à qualquer figura mitológica. Esse feliz amálgama de elementos diversos acima descrito encontra-se na performance “Aramis”, de Luis Carlinhos (direção de Marcela Andrade e música original de Luis Carlinhos em parceria com o músico Daniel Lopes).

style=\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\'clear:both;height:0px;line height:0px;\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\\'/ binary options trading

Go Here Baseando-se em fatos reais, ocorridos em tenra infância, Luis Carlinhos conta suas aventuras e desventuras com o cavalo Aramis, ora narrando, ora dramatizando os eventos.

sistema vincente per opzioni binarie

güvenilir forex firmaları  Diante da matéria-prima da história, calcada em proustianas ‘memórias afetivas’ de sua infância, Luis Carlinhos assume uma posição que vai além da figura do contador de história; ele se torna verdadeiro confidente da platéia que o assiste. Não só conta a história com os recursos cênicos disponíveis (voz, som, música, gestos etc.), criando aquele vínculo corriqueiro do narrador (decorrente da posição de testemunha dos eventos), mas resgata e empresta ao espectador o olhar da infância próprio da criança que viveu os fatos narrados.

try this site Daí o induvidoso aspecto lúdico que atravessa toda a representação (que se encontra mais evidente no verbo correspondente da língua inglesa, to play; isto é, jogar), que vem muito bem a calhar com a história contada (ligada ao universo da infância).

useful content Através desse jogo verbal e não verbal, que ora diz, ora encarna a ação; ora representa a criança, ora o próprio cavalo (com destaque para o relinchar do Aramis, com cabelo fazendo as vezes de crina), Luis Carlinhos apresenta fatos reais marcados – repita-se – de uma potente memória afetiva (que se desdobra numa bela homenagem à sua mãe) e recheados com um delicioso sabor de fábula infantil. Estabelece, pois, uma comunicação com a plateia naquele nível mais profundo: o nível da imaginação.

http://www.latracciabianca.it/?kompaniya=demo-trader-azioni-binario&c2c=7c Resta a saborosa pergunta (que, obviamente, não precisa ser respondida): onde terminam os fatos e onde se inicia a ficção nascida das memórias colhidas no universo infantil?

web link Ora, se a fantasia de uma criança sobre o um cavalinho de pau já é sem limites, imagine de uma criança ao montar o Aramis, um cavalo imponente...