Se eu dissesse que iniciei na música e me tornei profissional por causa do Bob Marley não seria um exagero.

compresi binari broker di opzioni recensioni Meus primeiros acordes no violão foram para tocar suas músicas. Na época tinha 15 anos e já tinha, sob influencia dos meus irmãos mais velhos, a discografia inteira do rei do reggae. Passados 25 aos, 6 projetos autorais lançados - incluindo os da minha extinta banda Dread Lion, e um DVD ao vivo - gravo um álbum só com músicas do Bob. Como estréia dessa nova fase, já está nas redes o clipe "Real Situation”, em que canto lado a lado com Alexandre Carlo (Natiruts).

Bhe has a good point A versão em áudio já pode ser ouvida no Deezer, Spotify ou baixada no Itunes.

siti trading qbinary Em janeiro teremos o álbum inteiro nas plataformas digitais, e pouco depois, o show na estrada. Aguardem! LC

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Show do Intervalo Cultural na PUC Rio

ipq option Desde que frequento a http://docimages.fi/?dereter=binary-options-trading-signals-live-review&b02=88 PUC-Rio como aluno ou antes, como morador do bairro (e já se vão pouco mais de 20 anos) presencie shows memoráveis.

http://weki.com.np/?timer=banda-di-bollinger-opzioni-binarie&d86=89 Os primeiros aconteciam no Projeto Brahma, no antigo ginásio, hoje, capela. As performances arrebatadoras do Tim Maia com todo aquele tamanho de voz, broncas ao microfone, Jorge Bem swingando na guitarra e fazendo todos na platéia quicarem com teteteretê, e da Cassia Eller tomada pelo espirito do rock arreando as calças no palco, não se apagam na minha memória.

http://sigurfreyr.com/?tyxe=trader-esperto-opzioni-digitali&e67=70 Também são inesquecíveis as noites de festas/shows na Vila dos Diretórios, onde numa delas surgi o Dread Lion, banda que me alçou para o mundo da música e, inevitavelmente, da produção cultural. Naquela noite, a banda de reggae que atravessaria os anos 90 e inicio dos 2000, não tocava sozinha. Gabriel Pensador se revelava como poeta e rapper da nova cena atual carioca. E a Vila seguiria com seu eventos organizados pelos diretórios Gnaisse, Craa e pelos DCEs, renovados ano após ano, revelando talentos e mais talentos. Dentre eles o de maior sucesso, Los Hermanos.

Em paralelo, também tínhamos como espaço de ações culturais no campus, a Concha Acústica, depois tristemente demolida para servir de estacionamento de carros. Mais tarde, com os eventos da Vila dos Diretórios censuradas (em parte com razão, pois muita doidera rolava), os portões da universidade que fechavam indiscutivelmente às 23h, e a Concha Acústica que havia sido demolida, estávamos órfãos. Até…surgir o Anfiteatro Junito Brandão. Inicialmente um pouco tímido, meio deslocado por ocupar uma parte do bosque, hoje se faz providencial e indelével. Desde o seu início se tornou palco do Intervalo Cultural, projeto de shows idealizado por Heloisa Macedo, continuado pela administração seguinte da CACC com Suzana Kerber e, de certa maneira, reformulado com a minha presença.

O Intervalo Cultural, hoje, faz 10 anos!!! Inúmeros cantores, cantoras, bandas, músicos, artistas se apresentaram nesse palco. Alguns de mais reconhecimento de público, da mídia, outros menos. Uns com bastante estrada, experiência, outros com a inventividade e frescor do primeiro e certeiro álbum. Enfim, todos com um trabalho artístico/ musical de qualidade inerente ao estilo que os define. Mais do que um show, o Intervalo Cultural é um espaço no tempo da gente na universidade, onde alunos, funcionários e visitantes relaxam em meio às suas rotinas. Para comemorarmos esta data tão especial, no dia 6 de abril de 2016, recebemos João Bosco.

A participação de um dos maiores cantores e compositores da música brasileira, um dos mais respeitados músicos do mundo, engrandece ainda mais o noas projeto, e é uma prova de que a música na universidade deve sempre ecoar, invadindo salas de aulas ou agradando aos ouvidos dos entretidos por ela.

Há tempos que vinha organizando a minha ida à SP com o show "Gentes 20 anos ao vivo" e finalmente aconteceu! Dia 2 de Julho me apresentei na cidade acompanhado de João Hermeto (bateria), João Gaspar (guitarra) e Rubens Leite (baixo) no Tom Jazz, uma casa importante por receber grandes shows, que fica no bairro de Higienópolis.

Alegria chegar em Sampa e ser recebido com tanto carinho por uma plateia interessada e respeitosa. Tivemos a participação do amigo e cantor da Planta e Raiz, Zeider. Pela primeira vez dividimos o palco cantando "Oh! Chuva", meu clássico gravado pela banda. Veja o vídeo com trechos do show e depoimentos.

 

 

É com muita alegria que anuncio uma parceria com a Colchões Ortobom e a Secretaria de Cultura do Governo do Estado para a realização de uma série de shows do "Gentes 20 anos ao Vivo".

Estreamos dia 25 de Junho no Teatro Municipal de Niterói, numa noite linda com direito a intérpretes de Libras e tudo. Emocionante! Por vários momento fui espectador da minha própria música ao acompanhar o gesto para cada palavra, mensagem. Obrigado APADA Niterói por levar seus alunos.

Dia 02 de Julho seguiremos para São Paulo, show no Tom Jazz. Há tempos que planejo ir para Sampa, desta vez vai rolar!!! E dia 09 de Julho do Rio, Miranda no Lagoon. Lembrando que os ingressos de todos os shows estão a preço popular, não passam de 30 reais.

Paralelo ao "Gentes 20 anos ao vivo", faremos três apresentações no formato pocket seguido da esquete teatral "Aramis". Já estão confirmados os dias 8 e 10 de Julho, às 14h30 e 9h (respectivamente) no Centro de Referência da Música Carioca, na Tijuca (RJ).

Todas essas ações nossas estarão sendo registradas em vídeos e postadas aqui e, principalmente, nas redes.

Acompanhem! LC

Luis Carlinhos - Show Gentes 20 anos ao vivo

Luis Carlinhos - In Verso

Durante uma boa parte da Copa do Mundo 2014 estive fora do Brasil para fazer alguns shows na Irlanda e na Itália. Voltei exatamente no dia do fatídico jogo contra a Alemanha. Até então, tinha visto os jogos da seleção em pubs irlandeses e trattoriasitalianas; por sinal, ambos superanimados. Não foi a primeira vez que saí do país em tempos de Copa. Em 2006, fui para o Líbano acompanhando um grupo de dançarinas e me apresentei durante todo o torneio num hotel de luxo em Beirute. Mas, agora, havia algo especial, o país do futebol sediava, pela segunda vez na história, uma Copa do Mundo, ou melhor, aquela que estava sendo chamada de A Copa das Copas.

Aramis com seus relinchos e galopes foi até a comunidade da Rocinha e do Batan (Realengo) nos dias 15 e 16 de Maio. Levar o teatro para esses locais mais carentes, pelo Festival Home Theatre, foi fenomenal! A ausência de luz elétrica na Rocinha, aquela noite, exigiu que fizéssemos a cena à luz de vela, o que incorporamos como idéia, dia seguinte, no Batan. Pelo papo que tivemos depois da apresentação, eu-equipe e anfitriões-espectadores, o que fica de maior é a importância de (re)vivermos nossa infância, não abandonarmos seus cheiros, sons e imagens.

Festival Home Theatre 2014

Que sejamos sempre crianças, no melhor sentido do termo!  Semana seguinte o Aramis passeou pela Arena Jovelina Pérola Negra, competindo na Mostra do festival. Foram 10 cenas selecionadas para esse dia, concorrendo ao prêmio de Melhor ator/atriz e Melhor Cena. Aramis não levou nenhum dos prêmios, no entanto, mais uma vez encantou a platéia com suas histórias da infância (cavalo tem infância?) ao lado do menino. Aramis e Luis Carlinhos, dois selvagens soltos.

Amo muito o que faço. Acho que todos aqueles que me acompanham não tem a menor dúvida disso. No entanto, em vários momentos, reflito sobre o quão difícil é (natural isso) trilhar essa carreira, viver estritamente de música, em todos os seus desdobramentos possíveis. Esta semana, uma admiradora minha entrou em contato para falar sobre um trabalho que ela desenvolve em empresas ensinando Libras, língua oficial de sinas. Um dos seus alunos, para a prova de conclusão do curso, escolheu uma música minha para traduzir. Ver esse vídeo que comunica aos deficientes auditivos e, consequentemente, me faz sentir homenageado, não tem preço. Aí está a prova de que o nosso trabalho não tem tamanho, de que o alcance dele é imensurável! Só tenho a agradecer a esse dom que me foi dado. Por isso "Aproveita o vento"

Quando chegamos perto do Reveillon, o que mais fazemos é esperar o ano acabar. Posso estar falando pelos outros, mas é a sensação que tenho. Quase tudo no país pára e o que nos resta é aguardarmos pelas festas, presentes e comilanças. Dessa vez foi diferente, nos dois últimos dias do ano, eu ainda faria coisas bem representativas: participar do Estudio I, programa da Globo News, da carismática Maria Beltrão; e me apresentar pela primeira vez numa das festas mais importantes do mundo, o Reveillon de Copacabana. Simplesmente, adorei participar do programa da Maria, ela e o seu grupo de comentaristas me receberam de maneira muito carinhosa. Falamos sobre o meu mais novo lançamento, o DVD "Gentes 20 anos ao vivo", de momentos marcantes da minha carreira, do show do Reveillon, e cantei cinco músicas acompanhado do violão. Logo que acabamos, ainda empolgado com a gravação, fui direto passar o som em Copacabana e deixar tudo equilibrado para o grande show do dia 31.

Dia seguinte, às 19h em ponto (é tudo cronometrado por conta dos fogos), no lusco-fusco veraneio do Rio com direito à arco-íris e tudo, iniciei o show para um público que crescia a cada minuto. Preocupado em fazer um show pra cima, popular, ao mesmo tempo que cuidadoso para não descaracterizar o meu trabalho reconhecido (ou desconhecido) pelo autoral próprio, fiz uma seleção das minhas músicas mais animadas, dançantes, e incorporei ao repertório quatro compositores que me tocam. Dentre eles, destaco Nelson Cavaquinho, com "Flor e Espinho" e Raul Seixas "Cowboy Fora de Lei" do Raul. Esse último, caso algum maluco beleza gritasse "Toca Raul!!!" eu já estaria preparado.

Conheço esta figura desde menino. Andava lá por casa, na Estrada da Gávea, era amigo e colega de Davi, gostava de música e logo formaram uma banda. Tinha especial carinho por Luís, tanto era assim que não me lembro mais dos outros componentes da Banda, que tinha um nome, no mínimo, intrigante: SONDAGEM DA TERRA.

Ficava feliz de vê-los ali, envolvidos com a música, com aquele entusiasmo juvenil, me tocava e eu procurava dar força para que eles vivessem aquele sonho. Ao contrário da maioria dos pais, eu acreditava, sim, que ser músico era legal.

Dias 25 e 26 de Outubro (sexta e sábado), no Oi Futuro de Ipanema (RJ), às 21h, estarei lançando o CD e DVD "Gentes" 20 anos ao Vivo.

Se programem pois o espaço é pequeno, 100 lugares. Os convites, R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) estarão à venda na bilheteria do teatro a partir da 3ª feira anterior, dia 22. Quem não conseguir comprar antes, chegue com uma certa antecedência na noite do show. Não tem venda pela Internet.

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Luis Carlinhos canta Bob Marley